Kintsukuroi – a beleza nas rachaduras

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É a arte de reparar objetos quebrados, remendando-os com ouro. Assim, dentro da filosofia do wabi-sabi, os japoneses acreditam que podemos acolher o imperfeito e aceitar as mudanças dos objetos, bem como os acontecimentos da vida. Além disso, o ouro representa além da beleza do que um dia já sofreu uma avaria, uma iluminação ou resiliência sobre o que foi quebrado ou danificado.

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When the Japanese mend broken objects, they aggrandize the damage by filling the cracks with gold. They believe that when something’s suffered damage and has a history it becomes more beautiful.

“ Not only is there no attempt to hide the damage, but the repair is literally illuminated… a kind of physical expression of the spirit of mushin….Mushin is often literally translated as “no mind,” but carries connotations of fully existing within the moment, of non-attachment, of equanimity amid changing conditions. …The vicissitudes of existence over time, to which all humans are susceptible, could not be clearer than in the breaks, the knocks, and the shattering to which ceramic ware too is subject. This poignancy or aesthetic of existence has been known in Japan as mono no aware, a compassionate sensitivity, or perhaps identification with, [things] outside oneself. ”

—Christy Bartlett, The Aesthetics of Mended Japanese Ceramics

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