Hoje é dia de lembrarmos o que todos não deveriam esquecer : 8 de Março

8 de março

O 8 de Março tem objetivo lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres. É um dia para lembrarmos o que não deveríamos esquecer todos os dias: a luta da mulher em um mundo orientado pelo patriarcado.

O patriarcado faz com que as mulheres se suprimam. Seus desejos, sua natureza, sua naturalidade, seu corpo, suas emoções. Ele invalida as mulheres para obter controle e poder. Porque o pragmatismo e o controle são muito importantes para esse sistema movido pelo dinheiro, poder e privilégios.

As lutas das mulheres no começo do século XX em prol de mais participação, de papéis mais ativos na sociedade e por direitos, foram os primeiros passos para que a humanidade visse o quão negligente estava sendo com o que é natural, o que é justo.

Porém, na tentativa de ingressar e ter mais voz nessa sociedade tão consolidada na orientação patriarcal, as mulheres adaptaram-se à locomotiva dirigida pela energia masculina Yang: um voraz e incessante modo de produção, consumo, comunicação e supressão de ciclos naturais (menstrual, do sono, alimentares), em detrimento de momentos de introspecção, de cuidados e conexão da natureza, do descanso, dos cuidados com o corpo e mente.

Hoje vemos que essa adaptação deixa tanto homens e mulheres doentes. Homens que para serem homens devem seguir apenas um modelo de vida, com apenas algumas afinidades pré-estabelecidas. Distanciam-se do seu lado Yin, e privam-se de empatia, de conexão, de cuidados e vulnerabilidade que culminam na perpetuação do machismo (e isso por sua vez é refletido no tratamento para com as mulheres).

As mulheres, sofrem mais ainda. O patriarcado agride, mata e explora. Diz para a mulher que ela pode até ter mais papel ativo na sociedade, desde que siga as regras do patriarcado.

A humanidade precisa urgentemente de uma era pós-patriarcal, em que discutamos mais sobre como as duas forças Yin e Yang podem cooperar, coexistir, segundo sua própria natureza, em que a mulher tenha o espaço que deseja sem ser invalidada. Precisamos de um acordo tal, que uma força não controle e colonize a outra, que vejamos a longo prazo um futuro juntos: um mundo harmônico e sustentável entre homens, mulheres, cada qual exercendo um papel construtivo e cooperativo, com todos os seres, com a Natureza.

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Meditation Mentoring – meditação com orientação


meditationmentoringMeditation Mentoring é um formato one-to-one (individual) de aprendizado sobre a prática da meditação, com o intuito de introduzir ou refinar os conceitos sobre mindfulness, meditação e filosofia oriental aplicada no cotidiano, com uma orientação personalizada.

O propósito dessa prática é o desenvolvimento e o refinamento da nossa capacidade de concentração, clareza, entendimento, de expressão da beleza, bondade, felicidade e do amor, em suas versões mais genuínas e integradas ao que realmente somos.

A Meditação é um caminho para entendermos como o mundo funciona, como nós funcionamos e qual é o nosso papel no ambiente em que estamos inseridos, para que possamos pacificar nossa mente e nosso coração e aproveitar cada oportunidade para nosso desenvolvimento pessoal

Como funciona?

• Direcionado tanto para iniciantes como praticantes
• Primeiro fazemos uma entrevista para traçar objetivos pontuais e gerais, e adaptar o aprendizado segundo a bagagem de cada um
• As sessões são individuais (Espaço Kawa ou em domicílio) com duração de 1 hora
• A frequência varia, de preferência sessões semanais ou quinzenais no primeiro ciclo
• As sessões consistem em: ensinamentos e prática de meditação
• Para as mulheres, é possível ainda introduzirmos conceitos e práticas do princípio feminino, de forma acolhedora e personalizada.

Quem orienta?

Erika Y. Kanazawa
Nascida na tradição budista e das artes japonesas (cerimônia do chá, ikebana, música tradicional japonesa, artes marciais); praticante de Taoísmo, Medicina Tradicional Chinesa, Princípio Feminino, Massoterapia e Acupuntura há mais de 12 anos; bacharel em administração de empresas pela Universidade de São Paulo.

Pratica a massoterapia e a acupuntura para promover a cura, o auto-cuidado e o bem-estar para um mundo mais saudável e mais harmônico.

Ministra cursos e aulas sobre meditação (individuais, grupos e empresas), com o propósito de compartilhar conhecimento, orientação e clareza para as pessoas que buscam o desenvolvimento pessoal e uma melhor conversa consigo mesmas.

contato: erika@espacokawa.com.br

Lomi Lomi: massagem havaiana para mulheres

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O que é?

Lomi Lomi é uma técnica especial de massagem de origem havaiana, baseada nas práticas nativas de cura. Por ser considerado um ofício importantíssimo, os praticantes eram selecionados desde pequenos, segundo suas aptidões, personalidade calma e agradável e outros sinais físicos, pois seu estudo representava uma responsabilidade para com o bem-estar alheio.

Como é feita?

Essa técnica é feita para reestabelecer a saúde, de forma que cada movimento tem uma intenção de cura para quem recebe, utilizando-se bastante o braço e as mãos alternando em movimentos suaves e mais fortes, de modo que o relaxamento alcance não só o corpo, mas como a mente.

Por que ela é indicada para mulheres?

Lomi Lomi carrega um simbolismo em sua prática sobre cultivar a boa intenção e as boas vibrações em congruência com a Natureza.

Atualmente a mulher encontra-se em um ambiente tão masculino (competitividade; atividade incessante; supressão ou alteração de ciclos naturais, diminuição dos momentos de reflexão, repouso e passividade saudável; consumo desenfreado; etc), que é um trabalho diário descontruir esse mundo e incorporar o mundo feminino, com seus valores, suas características próprias, seus ciclos, seus entendimentos.

Esta técnica além de promover o relaxamento físico, lembra a mulher que o relaxamento faz parte da sua natureza feminina. Que os ciclos, como os movimentos feitos com os braços e mãos pela terapeuta, completam-se e iniciam-se novamente Que com o relaxamento é possível ouvir o que seu corpo precisa para que ele se auto-cure constantemente. Por essas e outras razões, a Lomi Lomi auxilia bastante a mulher que quer resgatar sua conversa consigo mesma, e acessar e fortalecer a sabedoria interior que existe em cada uma.

Meditation Coaching: orientação para o auto-conhecimento

Meditation coaching.jpgO que sabemos e onde queremos chegar?

Será que sabemos quando estamos em nossos círculos viciosos?

Será que reconhecemos nosso lado brilhante e assumimos ele?

Será que reconhecemos nosso lado sombrio e também assumimos ele?

Será que queremos resultados diferentes quando praticamos as mesmas coisas? (parece loucura, mas muitas vezes queremos)

Qualquer situação que a vida te apresenta, seja boa ou ruim, é um sinal de como está nosso coração e nossa mente. A atenção a esse momento, que é um treino feito por meio da meditação, é imprescindível para que possamos identificar o nosso potencial realizador e criativo em qualquer situação.

Assim, fortalecemos nossa força interna para que possamos encarar qualquer desafio, qualquer percalço, qualquer felicidade, qualquer tranquilidade.

Não é um caminho fácil, é necessário um dedicado aprendizado sobre si mesm@. Mas o que posso garantir, é que quando você conhece um pouco mais sobre si mesm@, quando consegue controlar um pouco mais a sua mente (e não perder energia com o que não pode ser controlável), quando você consegue um pouco mais de livre-arbítrio, a verdadeira liberdade, todo o resultado desse esforço é incrivelmente gratificante.

Se você precisa de uma orientação sobre auto-conhecimento e meditação de forma prática, atual e personalizada, uma ponte do mundo simbólico oriental para o ocidental, fique à vontade para fazer uma sessão de Meditation Coaching, que pode ser também realizada via Skype e em inglês.

“Faça tudo com boa intenção, verdade, sinceridade e beleza.” Mestre Hsing Yun

Erika Y. Kanazawa

Meditation Coach . Acupuntura . Massoterapia  

(11) 98635-4134

erika@espacokawa.com.br

 

 

Terapia da Reconciliação por Erika Y. Kanazawa

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Terapia da reconciliação

Imagine sua vida com menos stress, menos distrações, menos com mais. Mais significado, mais foco, mais crescimento e plenitude, mais leveza.

Agora imagine-se no processo de sair de um estado para o outro. Penoso? Sofrido? Você acha que terá que abrir mão de muita coisa? Não necessariamente. O como chegar lá, requer um estudo sobre si mesmo com acolhimento, esforço, clareza e orientação, mas isso não precisa significar sofrimento, anulação de tudo o que se construiu, negação e etc. Pelo contrário, o despertar da auto-consciência parte de onde estamos, com o que temos e com o que somos. Com uma conversa conosco mesmos, reconciliando as nossas partes.

Assim, por meio da terapia da reconciliação, auxilio os pacientes enxergarem seus pensamentos, suas motivações e as implicações que as situações da vida lhes entrega, e assim formar em conjunto, uma metodologia que os ajudem criar suas próprias respostas e suas próprias formas de transcender e entender-se. Organizar, limpar e re-significar alguns de nossos conceitos, são exercícios que com uma orientação adequada, podem deixar de ser penoso e sofrido para ser feito com leveza, bom humor e fluidez.

É um atendimento muito especial e cooperativo para que cada indivíduo consiga saber conversar consigo mesmo, resgatando sua autonomia e a sua capacidade inata de aprender, transcender e evoluir naturalmente.

😉

O Princípio Feminino Yin

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O princípio feminino está presente em homens e mulheres. É a força ligada à energia Yin, à nutrição, à amorosidade, ao resguardo, à delicadeza, à Lua, à noite, à criatividade, à empatia, ao acolhimento, aos cuidados consigo e com os outros, à intuição e à amorosidade. É a constante busca pela harmonia consigo, com o Yang, com o ambiente e com a Natureza.

Houve um tempo nas histórias das mais diversas sociedades ocidentais e orientais, em que a organização social respeitava tanto o papel do homem quanto o da mulher, reconhecendo que cada um é diferente do outro, interdependente e não melhor ou pior, mas sim complementares e aliados. Além disso, a relação das pessoas com a natureza era integrada e valorizada, e os princípios de purificação do corpo e da alma eram cultuados.

Porém, pela degradação do coração humano (feminino e masculino), as energias de dominação, ambição, racionalização demasiada e egóica, conseguiram submeter a energia de cooperação, harmonização e altruísmo que essas sociedades viviam. Com a justificativa de desenvolver o “progresso” das civilizações, os novos valores e buscas individuais na realidade nos enfraqueceram e minaram nossa criatividade, espontaneidade e nosso senso de pertencimento com o todo. Assim, pagamos um preço caro pela deterioração das relações humanos, do meio ambiente e do que realmente é essencial se cultivar. Como conseqüência, temos hoje uma sociedade patriarcal cujos efeitos colaterais revelam pessoas desconexas com sua própria essência e doentes, fisica e psicologicamente vivendo em um mundo caótico e cada vez mais maltratado e explorado sem responsabilidade e escrúpulos.

No entanto, ainda que por muito tempo os códigos civis, a mídia e a sociedade patriarcal tenham suprimido o papel do feminino (tanto no homem quanto na mulher), uma enorme comoção pelo resgate e empoderamento do princípio Yin cresce no período atual. Assim, ao discutirmos, aprendermos e reconhecermos o valor do  princípio feminino, iniciamos uma conversa interna dialética sobre o que acreditávamos, o que nos falaram, o que acreditamos na nossa Essência, e o que realmente faz sentido para a harmonia pessoal e coletiva.

O princípio feminino, atuante em homens e mulheres, é a força ligada à amorosidade, ao respeito a si mesmo, ao outro e ao planeta. Torna-se então uma poderosa discussão a favor do meio ambiente, das relações humanas e da alma, e portanto uma importante ferramenta no movimento de organização interna pessoal de cada indivíduo, e por isso carrega em si o potencial para que haja uma harmonização do coletivo. Quanto mais “objetos celestes” em órbita, menos caos no Universo teremos.

~

Para as amigas

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Ilustração: Conrad Roset

Amigas,

A vida é incrível, rica e abundante. Por isso preste atenção nas oportunidades que surgem.

Aceite o que está vindo, acolha, viva e agradeça. Seja honesta consigo mesma. Se as coisas tiverem que ir embora, deixe ir, com aquele sentimento de que você fez o melhor de si com tudo o que tem, e que pode sempre melhorar e fazer com mais graça e amor.

Apaixone-se  por si mesma, pelo outro, por uma música, por um quadro, por um chá, por um livro, por um momento, por uma palavra, por uma árvore, por um animal. Apaixone-se pelo novo, pelo incomum, pelo além do óbvio, entregue-se e apaixone-se pelo modo mais honesto consigo mesma.

Viaje sempre que puder. Não importa para onde, mas vá com aquela mente shoshin, mente de principiante, e absorva as coisas sem preconceitos. Conheça pessoas diferentes e respeite as suas diferenças.

Coloque-se no lugar do outro e desenvolva a empatia e a compaixão.

Sonhe alto com os pés nos chãos. Questione sempre. Entenda com o coração quando não se consegue entender com a mente. Seja humilde, ainda que reconheça seu próprio valor.

Celebre o que ninguém celebra, o simples, o bobo, o espontâneo, o natural. Ria de piadas bobas.

Eleve o significado do amor, do sexo, do trabalho, dos erros, do contato com as pessoas. Tudo é mais bonito quando não banalizamos a nossa existência.

Reconheça a nossa sacralidade, do nosso corpo, da nossa mente, da nossa incrível capacidade de interação, de fazer besteira e de levantar depois de um tombo.

Saiba pedir desculpas. Saiba aceitar desculpas. Saiba o verdadeiro valor do perdão.

Cometa erros. Saiba aprender com os erros e transcendê-los, leve o tempo que for. Seja curiosa. Busque sempre ouvir todos os lados. Seja justa.

Aprenda a sentir sua própria intuição, aquela que você sente com todas as células do seu corpo e toda a plenitude do coração.

Ajude o próximo. Isso te ajudará.

Cuide do nosso mundo, das pessoas, na natureza e dos animais. Estamos todos no mesmo barco, desesperados pela plenitude, por aprender e saber nos comunicar.

Preste atenção para as oportunidades que Deus te dá. Sempre temos algo a aprender.

Não perca energia e tempo com coisas e pessoas fora do seu foco. Seu foco?  Descubra-o!

Conheça a si mesma e promova a benevolência.

Se alguém te insultar, veja qual o valor disso. Isso diz mais sobre os outros do que nós mesmas. Se você insultar? Saiba por quê o fez e tenha a coragem de pedir desculpas. É triste deixar alguém triste.

Sinta raiva, mas saiba senti-la. Sinta sozinha, desabafe com alguém, mas não se precipite em retornar a raiva ou descontá-la. Se o fizer, tenha coragem de pedir desculpas.

Não perca seu tempo com arrependimentos em vão. Erre, arrependa-se e aprenda com isso. Siga para o próximo passo.

Padrões de beleza e comportamento são ilusórios. Tenha orgulho do seu corpo e como você veio ao mundo. Cuide dele com muito carinho e dedicação, porque ele é seu nessa vida e ele é seu instrumento para o crescimento espiritual.

Aprenda a amar.

Saiba apreciar desde o mais simples até o mais complexo. Tudo faz parte e tudo está à favor de você ter uma vida incrível. Saiba reconhecer isso e degustar.

🙂

Erika Y Kanazawa

Para começar o dia!

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Para começar o dia bem, que tal fazer uma pequena meditação?

A proposta é acordar 15-30 minutos mais cedo (organize-se na noite anterior para dormir mais cedo) e converse consigo mesmo sobre como gostaria de levar esse dia. Posicionamentos como: o que deseja trabalhar em si, o que deseja atrair, o que gostaria de falar para si mesma, agradecendo sempre o que já se tem na vida. Por que agradecer tanto? Porque por estarmos vivo no mínimo temos a possibilidade de c0-criar algo, construir, melhorar, interagir, crescer e experimentar, quiçá, o gostinho da plenitude e da paz interior. Fácil não é, mas tudo o que vale a pena requer um pouco de esforço, e novamente, estamos vivos para poder tentar.

Se precisar tenha à mão um “caderninho de intenções”. Se as intenções mudarem não tem problema, rasgue a folha e escreva as novas.

🙂

EYK

 

Sobre o resgate do feminino: para yin e para yang

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Gravura de Utagawa Kunisada retratando Benzaiten (deidade budista sobre tudo o que flui: água, tempo, palavras, eloquência, beleza, música, artes e conhecimento e a delicadeza.

O papel do feminino em algum ponto da história da humanidade não foi bem entendido. E acomodados que somos, a humanidade tolhiu e acobertou esse papel dentro da mulher e inclusive, dentro do homem.

Hoje tantas mulheres lutam para que resgatemos o valor do que já era nosso. O nosso útero, nossos ciclos, nosso modo de ver o mundo, nossos hormônios, nossa delicadeza, nossa asperidade, nossa desenvoltura, nossa rispidez, nossa capacidade de acolhimento.

Vivemos em uma sociedade patriarcal em que a mulher é tida como objeto, suas aptidões desvalorizadas e onde se reforçam padrões estéticos e comportamentais superficiais, na tentativa de limitar a beleza da espontaneidade, do poder próprio, do livre arbítrio e da opinião questionadora. Tudo o que se pregou e ainda se prega se deu para manter o nosso livre arbítrio controlado. Por que? Porque controle é poder. E poder sobre os outros é algo que vende, algo que enriquece alguns e algo que mantém privilégios.

Assim, esse resgate para ser mais puro, bonito e evoluído, deve ter um quê de resgate do poder próprio, do nosso livre arbítrio. Nada sobre poder sobre alguém. Devemos resgatar e reconhecer a nossa sacralidade das coisas, do que é natural para que fiquemos mais integrad@s conosco mesm@s e com os nossos próximos. Devemos aprender a cada dia a nossa capacidade incrível de argumentação. Para isso devemos ler, ponderar pontos de vista, ver a tese, a antítese e chegar com nossa própria bagagem, à síntese. Só com o poder de comunicação consigo mesm@s e com o mundo ao redor, é que conseguiremos uma mudança pertinente, ainda que lenta, no status quo.

Sejamos yin, sejamos yang.

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