Centelha de Sabedoria : Coração como um rio

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Coração como um rio

“Se colocarmos um punhado de sal em um copo de água, a água fica intragável. Porém, colocando sal em um rio, as pessoas poderão continuar a usar suas águas para cozinhar, lavar e beber. O rio é imenso e tem a capacidade para receber, acolher e transformar. Quando nossos corações são pequenos, nosso entendimento e compaixão são limitados, e nós sofremos. Não conseguimos aceitar nem tolerar os demais e suas limitações, e exigimos que eles mudem. Porém, quando nossos corações se expandem, nada disso nos faz sofrer. Nós temos muita compreensão e compaixão, e podemos acolher o próximo. Aceitamos as pessoas como elas são, e então todos têm uma chance de se transformar. Portanto, a questão mais importante é: como ajudar os nossos corações a crescerem?”

Thich Nhat Hanh

Doença é uma forma de sobrevivência/ The disease is a way to survive

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Imagine que você esteja andando e de repente percebe uma pedra no sapato. Mas ainda precisa completar um percurso então deixa para tirá-la depois. Esquece-se. Novamente quando for colocar o sapato, sente a pedra mas como você está com muita pressa, deixa para tirá-la depois. Esquece-se. E todo dia essa pedrinha fica lá, indicando que há algo de errado em seu calçado. A Lei da acumulação é implacável, uma hora você estará com um machucado no pé, andando de forma “torta”, compensando a coluna inteira (até o pescoço) pela marcha que está comprometida, com dor no pescoço, lombar, quadril, pés. Começa a ficar irritado com tanta dor e tanta descompensação. Grita com o cachorro, com o gato, com as pessoas, com a pressa e o trabalho, as pressões e tudo mais que deixamos nos oprimir. Mas tudo começou com uma pedrinha no sapato.

Esse cenário é apenas ilustrativo, mas se fizermos uma alusão à nossa vida, creio que algumas pessoas poderiam se identificar. Quantas vezes não prestamos atenção para quando um incômodo começa e o negligenciamos, deixando que ele cresça, até que nos perdemos e não sabemos mais como ele começou? E entende-se por incômodo principalmente o imaterial, sutil, emocional.

As doenças nascem assim. A doença é então uma resposta do corpo que somatizou esse incômodo e essa negligência, pedindo a atenção total daquele momento para aquela questão. A doença diz para você: pare, reflita, reúna ferramentas para se curar e vamos seguir em frente.

É o momento em que o corpo pede a sua atenção para que uma questão seja resolvida, para que possamos sobreviver. Somos feitos de porções materiais e imateriais, corpo e mente. Se há algo que não está resolvido em seu corpo, certamente há algo que não está resolvido em sua mente.

E como resolver?

Há diversas formas porque cada ser humano tem uma afinidade: meditação, massagem, acupuntura, yoga, psicoterapia, artes marciais, e qualquer caminho que una seu corpo e mente, que faça você entender a relação de um com o outro. Todas convergem para o desenvolvimento de si, com força de vontade, direcionamento e busca pela clareza, pela organização de pensamentos, pelo reencontro consigo mesmo. E você descobre uma nova forma de se comunicar consigo, com seu corpo e sua mente. Então você sobrevive e transcende. Essa é a lição de uma doença.

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Imagine yourself walking down a street with a stone in your shoe. But you don´t want to stop, so you continue and eventually forget to take it off your shoe. Then this situation repeats every time you use this shoe and you forget to take it off because of innumerous reasons: “I´m in a hurry”, “I´m tired”, “I’ll do it later”, etc. Every day that stone indicates that is something wrong with that shoe. But you neglect it. The law of accumulation is certain, so eventually you´ll get your foot hurt. Maybe, you´ll also get a pain in your lower back because you have been compensating the movement. And what about a pain in your neck? Feeling pain is so annoying, so you start to be more and more irritated. You shout at your dog, at your cat, at your beloved ones, and at those not-so-beloved ones. All because of a stone in your shoe.

This is just a hypothetical scenery but surely many of us can picture ourselves in this. How many times we neglect what bother us (material or immaterial) and eventually it becomes so big that we lose ourselves in it, forgetting how it did start.

So, a disease begins. A disease is a response of the body to tell us to pay attention to that subject that we accumulate in all these years. The disease says to us: stop, think, gather tools and information to cure yourself, and then, we need to move on.

It´s the moment your body says that we must solve something in our being so that we can survive. We are all made by material and immaterial parts. If something is wrong in the body, something is wrong in the mind.

How to solve it?

There are a lot of ways because every person has different affinities: meditation, massage therapy, acupuncture, yoga, therapy, martial arts, or any way that reunites your body and soul, that makes you understand this relationship. The important is that they should converge to a mutual goal: self-development, guidance, search for clarity of thoughts and the strength your inner connection. So, you discover a new way to communicate with yourself, with your body and your mind. And then, you survive, transcend. This is the lesson of a disease.

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A resposta é simples, a execução é complexa

 

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A resposta é simples, a execução é complexa: diante do ódio, pratique o amor. Diante da injustiça, pratique a justiça. Diante da arrogância, pratique a humildade. Quebre o círculo vicioso que tanto julgamos ser ruim para nós e para a sociedade fazendo pequenas ações no seu dia a dia. Ninguém é perfeito, e não precisa ser. Aliás, o que é perfeito?

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The answer is simple, putting it on practice is complex: face the hate with love. Face the Injustice with Justice. Face arrogance with humility. Break the loop  that we think is bad for us and for our society by doing simple actions. Nobody is perfect, and we don´t need to be. By the way, what is perfect?

 

🙂

Meditation Coaching: orientação para o auto-conhecimento

Meditation coaching.jpgO que sabemos e onde queremos chegar?

Será que sabemos quando estamos em nossos círculos viciosos?

Será que reconhecemos nosso lado brilhante e assumimos ele?

Será que reconhecemos nosso lado sombrio e também assumimos ele?

Será que queremos resultados diferentes quando praticamos as mesmas coisas? (parece loucura, mas muitas vezes queremos)

Qualquer situação que a vida te apresenta, seja boa ou ruim, é um sinal de como está nosso coração e nossa mente. A atenção a esse momento, que é um treino feito por meio da meditação, é imprescindível para que possamos identificar o nosso potencial realizador e criativo em qualquer situação.

Assim, fortalecemos nossa força interna para que possamos encarar qualquer desafio, qualquer percalço, qualquer felicidade, qualquer tranquilidade.

Não é um caminho fácil, é necessário um dedicado aprendizado sobre si mesm@. Mas o que posso garantir, é que quando você conhece um pouco mais sobre si mesm@, quando consegue controlar um pouco mais a sua mente (e não perder energia com o que não pode ser controlável), quando você consegue um pouco mais de livre-arbítrio, a verdadeira liberdade, todo o resultado desse esforço é incrivelmente gratificante.

Se você precisa de uma orientação sobre auto-conhecimento e meditação de forma prática, atual e personalizada, uma ponte do mundo simbólico oriental para o ocidental, fique à vontade para fazer uma sessão de Meditation Coaching, que pode ser também realizada via Skype e em inglês.

“Faça tudo com boa intenção, verdade, sinceridade e beleza.” Mestre Hsing Yun

Erika Y. Kanazawa

Meditation Coach . Acupuntura . Massoterapia  

(11) 98635-4134

erika@espacokawa.com.br

 

 

Terapia da Reconciliação por Erika Y. Kanazawa

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Terapia da reconciliação

Imagine sua vida com menos stress, menos distrações, menos com mais. Mais significado, mais foco, mais crescimento e plenitude, mais leveza.

Agora imagine-se no processo de sair de um estado para o outro. Penoso? Sofrido? Você acha que terá que abrir mão de muita coisa? Não necessariamente. O como chegar lá, requer um estudo sobre si mesmo com acolhimento, esforço, clareza e orientação, mas isso não precisa significar sofrimento, anulação de tudo o que se construiu, negação e etc. Pelo contrário, o despertar da auto-consciência parte de onde estamos, com o que temos e com o que somos. Com uma conversa conosco mesmos, reconciliando as nossas partes.

Assim, por meio da terapia da reconciliação, auxilio os pacientes enxergarem seus pensamentos, suas motivações e as implicações que as situações da vida lhes entrega, e assim formar em conjunto, uma metodologia que os ajudem criar suas próprias respostas e suas próprias formas de transcender e entender-se. Organizar, limpar e re-significar alguns de nossos conceitos, são exercícios que com uma orientação adequada, podem deixar de ser penoso e sofrido para ser feito com leveza, bom humor e fluidez.

É um atendimento muito especial e cooperativo para que cada indivíduo consiga saber conversar consigo mesmo, resgatando sua autonomia e a sua capacidade inata de aprender, transcender e evoluir naturalmente.

😉

Wu Wei – a arte de viver naturalmente

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Qual é a sensação de nadar contra a maré?  Qual é a sensação de forçar uma situação que queremos? Qual é a sensação de cansaço e esgotamento energético e mental quando estamos de diante de situações assim?

E o contrário? Qual é a sensação de fé, de que tudo vai dar certo de alguma maneira? Qual é a sensação de que tudo está fluindo naturalmente e em seu tempo? Qual é a sensação de plenitude, paz e leveza quando a energia das coisas e da mente fluem? Isso representa o Wu Wei (a filosofia central taoísta).

Wu Wei é o modo como buscamos a harmonia com o Tao (que  rege tudo, que está inserido em nós e nós estamos inserido Nele) e com o fluxo natural da vida. É muito mais que uma “ação natural” do que não fazer nada.  É procurar nada que seja artificial, convencional, mas sim, procurando agir sem forçar nada, sem tensão, sem interferência no curso natural dos acontecimentos.

Importante ressaltar que não representa uma passividade ou preguiça, mas uma qualidade de perceber o que está ocorrendo dentro de si e ao redor, e tomando decisões que sejam tanto para se focar ou desapegar de certos assuntos conforme a natureza das coisas se apresentam. Ou os dois. Ou seja, não há receita, não há limitações de cenários. Há todo o resto. Há mil possibilidades acerca de um assunto.

Quando praticamos o Wu Wei ficamos conectado com o que fazemos e nossos movimentos tornam-se simultaneamente altamente produtivos e sem quase nenhum esforço empregado. Notamos que a poeira ao nosso redor baixa, há mais espaço limpo, livre e tudo o que estivemos empenhados em realizar, é incorporado em nosso ser. Qualquer atividade como a onda no mar que nos movimenta, o ritmo da música que sentimos em todo o corpo, a solução que chega quando precisamos dela.

Se nos identificamos com êxito, teremos êxito. O mesmo com o fracasso. Isso significa que as circunstâncias que vivemos são simplesmente manifestações externas do conteúdo da nossa conversa interna. Faça momentos de silêncio para silenciar sua mente, educar seu ego, abrindo espaço para a sabedoria em nossos corações e mente.

 

Respeite a vida e tudo o que existe no mundo. Converta-se no seu próprio Mestre e deixe os demais serem o que têm a capacidade de ser. Deixe você mesm@ e sua vida serem abençoados pelas criações espontâneas e auspiciosas do Wu Wei.

Experimente por você mesm@…

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Você serve um cházinho para os seus pensamentos e emoções? Parte I : A Raiva

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Que pergunta estranha, você deve pensar… Vou te contar de onde veio: o querido mestre zen budista Shinryu Suzuki nos disse:

“Deixe a porta da frente e a de trás abertas. Permita que seus pensamentos entrem e saiam. Apenas não os sirva chá.”

Shinryu Suzuki

Na Medicina Tradicional Chinesa analisamos o indivíduo de forma completa, considerando a parte física, emocional e mental. Assim, as emoções são também consideradas um fator patogênico. Se servimos chás para algumas delas, elas podem querer ficar em sua “casa” por um tempo, sob sua permissão, e criar algum tipo de distúrbio. O mesmo vale para hábitos (que por sua vez têm uma emoção atrelada por trás da motivação de mantê-lo).

Agora imagine quanta água você ferve para servir chás para tantas emoções, pensamentos, apegos e condicionamentos. Quanta energia você gasta para mantê-los? A vida não seria mais leve se servíssemos somente para alguns e ainda, que esses alguns fossem embora para dar lugar a outros pensamentos e emoções? Conheceríamos uma gama imensa de pensamentos e emoções e eles não teriam controle sobre nós, e sim o contrário, com muita sabedoria e assertividade daríamos um belo e compassivo “tchau”.

Então, primeiramente aceite que é natural sentirmos todas emoções. Não negue, aceite. Mas não se identifique. Aceite que está com raiva, triste, alegre, reflexivo, melancólico, feliz. E que tudo isso é um estado que indica o que há no seu coração. Essas emoções são um indicativo do que realmente ocorre em sua mente.

Segundamente (eu sei que não existe-ou existe?- mas adoro esse neologismo), tudo tem seu lado yin e yang. Ou seja, tudo tem seus dois ou mais lados. A raiva é saudável quando ela é criativa e não destrutiva. Quando você não aguenta mais uma situação e fala para si mesm@: “Chega! Não aguento mais! Vou mudar algo”. A raiva destrutiva é patológica quando a guardamos. Isso se chama rancor e seus derivados. A raiva patológica dá espaço para muitas outras emoções negativas, pesadas, tais como a frustração.

A pergunta é, faz sentido servir tanto chá para tanta raiva, frustração, negatividade, peso na vida?

🙂

 

 

 

Revitalize-se!

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De tempos em tempos precisamos dar um descanso para o corpo e mente, revigorar-nos e começar tudo de novo. Esse é o ciclo da vida, da impermanência das coisas. Tudo tem sua Primavera, quando as sementes que plantamos anteriormente começam a brotar, o Verão, o ápice de nossas colheitas, o Outono, quando o que não é mais necessário como as folhas das árvores, são deixadas e o Inverno, quando a natureza descansa.

Como você energiza seu corpo e mente? Como você revitaliza-o? Você utiliza apenas estimulantes ou elementos que te nutrem também? O que seu sono te diz sobre seu estado de espírito? O que sua dor te diz sobre uma situação emocional da sua vida?

Quer saber mais, mande-nos um email: erika@espacokawa.com.br para que possamos te orientar quais os caminhos você tem mais afinidade para seguir para manter sua saúde íntegra e consistente.

Cuide-se! Afinal, quem mais faria isso por você nessa vida, nesse corpo e nessa mente?

🙂

Que suas palavras não sejam apenas ruídos – Mestre Kino Kazuyoshi

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Imersos em dramas, cansaço, stress, ansiedade, motivações, desmotivações, propósitos, será que conseguimos tempo e energia para ponderar nossas palavras?

No livro “Para uma pessoa bonita” da Mestre Zen Budista Shundo Aoyama Rôshi, há uma reflexão interessante sobre como utilizamos as palavras e como hoje damos ou não importância para como as proferimos:

“É significativo que antigamente se usasse o termo “kotodama”, que literalmente significa “o espírito das palavras”, para mostrar que as pessoas acreditavam que aquilo que era dito se tornava realidade. Devemos ter cuidado com as palavras, pois, como as fisionomias, elas revelam a personalidade de quem as usa. No entanto, palavras bajuladoras soam insinceras, falsas, feias. Palavras bonitas são palavras corretas, oportunas, cheias de amor. São as palavras que surgem naturalmente de pessoas realmente bonitas.”- Mestre Zen Budista Shundo Aoyama Rôshi em  Para uma pessoa bonita  

Há tanta energia, intenção e emoção por trás das palavras… Se assumíssemos mais a responsabilidade sobre tudo isso ao utilizarmos as palavras, quem sabe conseguiríamos por meio delas entender nós mesmos (nossa energia, intenção e emoção), e quiçá, por bem nos posicionarmos de forma justa e honesta, e talvez assim também entender a energia do outro, suas intenções e emoções. Pra que? Para comunicarmos melhor conosco mesmos e com os outros. E isso não é harmonia? Não traz paz e plenitude?

“Antes de falar, Buda sempre prestava atenção a três coisas. Primeiro, verificava se aquilo que estava por dizer correspondia realmente à verdade. Em seguida, considerava se suas palavras seriam mesmo benéficas para o ouvinte. Depois de considerar esses dois pontos, em seguida escolhia o local e a hora mais adequados para abordar o assunto. Em alguns casos, ainda que se tenha que dizer a verdade, é melhor calar. E se devemos realmente falar, muitas vezes provocamos consequências negativas apenas porque o lugar e a hora não foram escolhidos corretamente. Buda era tão atento a esses princípios a ponto de os aplicar mesmo para pronunciar uma única palavra. As palavras mais belas surgem naturalmente de uma vida pura e cheia de amor, como a de Buda Shakyamuni, e sua elegância está em preocupar-se realmente com o bem-estar do próximo.”- Mestre Zen Budista Shundo Aoyama Rôshi em  Para uma pessoa bonita  

As palavras têm um poder imenso. Será que utilizamos elas ao nosso favor? Ainda, ao favor de nosso dark side ou do bright side?

Tenham um bom dia!

🙂

 

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Imagine esse cenário: 8 horas no mínimo de trabalho em frente ao computador, levantando-se apenas para tomar um café ou ir ao banheiro. Aquela postura de guerra  com os braços armados, os olhos concentrados no horizonte da tela, a mente à mil, a respiração curta e ansiosa, a postura curvada para proteger-se (do que?), a tensão emocional, o stress, as pressões, os prazos, os egos, tudo junto e misturado. Todos os dias.

E todos os dias de trabalho acontece isso. Dia após dia o corpo vai sofrendo esses estímulos sem relaxar.Começam a aparecer dores, no quadril, na lombar, nas costas em geral, pescoço, dor de cabeça, dor de estômago, sensação de desconforto e angústia no coração, sensação de falta de algo, exaustão, necessidade de sentir-se vivo, irritabilidade, necessidade de plenitude.

Conhece alguém que possa estar passando por isso? Ou, reconhece-se nesse cenário?

Se percebêssemos como o nosso corpo é sagrado, como deveríamos cuidar dele melhor para nosso próprio benefício, que corpo e mente não estão dissociados, que a saúde é um conjunto de pequenas ações que fazemos todos os dias conosco mesmos, estaríamos um pouco mais perto de um coração pleno e harmonioso.

Agora vem aquele grande peso de culpa e arrependimento? Ok, isso é normal. Mas ficamos parados aí ou partimos para o próximo passo?

🙂