Wu Wei – a arte de viver naturalmente

wu wei

Qual é a sensação de nadar contra a maré?  Qual é a sensação de forçar uma situação que queremos? Qual é a sensação de cansaço e esgotamento energético e mental quando estamos de diante de situações assim?

E o contrário? Qual é a sensação de fé, de que tudo vai dar certo de alguma maneira? Qual é a sensação de que tudo está fluindo naturalmente e em seu tempo? Qual é a sensação de plenitude, paz e leveza quando a energia das coisas e da mente fluem? Isso representa o Wu Wei (a filosofia central taoísta).

Wu Wei é o modo como buscamos a harmonia com o Tao (que  rege tudo, que está inserido em nós e nós estamos inserido Nele) e com o fluxo natural da vida. É muito mais que uma “ação natural” do que não fazer nada.  É procurar nada que seja artificial, convencional, mas sim, procurando agir sem forçar nada, sem tensão, sem interferência no curso natural dos acontecimentos.

Importante ressaltar que não representa uma passividade ou preguiça, mas uma qualidade de perceber o que está ocorrendo dentro de si e ao redor, e tomando decisões que sejam tanto para se focar ou desapegar de certos assuntos conforme a natureza das coisas se apresentam. Ou os dois. Ou seja, não há receita, não há limitações de cenários. Há todo o resto. Há mil possibilidades acerca de um assunto.

Quando praticamos o Wu Wei ficamos conectado com o que fazemos e nossos movimentos tornam-se simultaneamente altamente produtivos e sem quase nenhum esforço empregado. Notamos que a poeira ao nosso redor baixa, há mais espaço limpo, livre e tudo o que estivemos empenhados em realizar, é incorporado em nosso ser. Qualquer atividade como a onda no mar que nos movimenta, o ritmo da música que sentimos em todo o corpo, a solução que chega quando precisamos dela.

Se nos identificamos com êxito, teremos êxito. O mesmo com o fracasso. Isso significa que as circunstâncias que vivemos são simplesmente manifestações externas do conteúdo da nossa conversa interna. Faça momentos de silêncio para silenciar sua mente, educar seu ego, abrindo espaço para a sabedoria em nossos corações e mente.

 

Respeite a vida e tudo o que existe no mundo. Converta-se no seu próprio Mestre e deixe os demais serem o que têm a capacidade de ser. Deixe você mesm@ e sua vida serem abençoados pelas criações espontâneas e auspiciosas do Wu Wei.

Experimente por você mesm@…

🙂

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Você serve um cházinho para os seus pensamentos e emoções? Parte I : A Raiva

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Que pergunta estranha, você deve pensar… Vou te contar de onde veio: o querido mestre zen budista Shinryu Suzuki nos disse:

“Deixe a porta da frente e a de trás abertas. Permita que seus pensamentos entrem e saiam. Apenas não os sirva chá.”

Shinryu Suzuki

Na Medicina Tradicional Chinesa analisamos o indivíduo de forma completa, considerando a parte física, emocional e mental. Assim, as emoções são também consideradas um fator patogênico. Se servimos chás para algumas delas, elas podem querer ficar em sua “casa” por um tempo, sob sua permissão, e criar algum tipo de distúrbio. O mesmo vale para hábitos (que por sua vez têm uma emoção atrelada por trás da motivação de mantê-lo).

Agora imagine quanta água você ferve para servir chás para tantas emoções, pensamentos, apegos e condicionamentos. Quanta energia você gasta para mantê-los? A vida não seria mais leve se servíssemos somente para alguns e ainda, que esses alguns fossem embora para dar lugar a outros pensamentos e emoções? Conheceríamos uma gama imensa de pensamentos e emoções e eles não teriam controle sobre nós, e sim o contrário, com muita sabedoria e assertividade daríamos um belo e compassivo “tchau”.

Então, primeiramente aceite que é natural sentirmos todas emoções. Não negue, aceite. Mas não se identifique. Aceite que está com raiva, triste, alegre, reflexivo, melancólico, feliz. E que tudo isso é um estado que indica o que há no seu coração. Essas emoções são um indicativo do que realmente ocorre em sua mente.

Segundamente (eu sei que não existe-ou existe?- mas adoro esse neologismo), tudo tem seu lado yin e yang. Ou seja, tudo tem seus dois ou mais lados. A raiva é saudável quando ela é criativa e não destrutiva. Quando você não aguenta mais uma situação e fala para si mesm@: “Chega! Não aguento mais! Vou mudar algo”. A raiva destrutiva é patológica quando a guardamos. Isso se chama rancor e seus derivados. A raiva patológica dá espaço para muitas outras emoções negativas, pesadas, tais como a frustração.

A pergunta é, faz sentido servir tanto chá para tanta raiva, frustração, negatividade, peso na vida?

🙂

 

 

 

Revitalize-se!

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De tempos em tempos precisamos dar um descanso para o corpo e mente, revigorar-nos e começar tudo de novo. Esse é o ciclo da vida, da impermanência das coisas. Tudo tem sua Primavera, quando as sementes que plantamos anteriormente começam a brotar, o Verão, o ápice de nossas colheitas, o Outono, quando o que não é mais necessário como as folhas das árvores, são deixadas e o Inverno, quando a natureza descansa.

Como você energiza seu corpo e mente? Como você revitaliza-o? Você utiliza apenas estimulantes ou elementos que te nutrem também? O que seu sono te diz sobre seu estado de espírito? O que sua dor te diz sobre uma situação emocional da sua vida?

Quer saber mais, mande-nos um email: erika@espacokawa.com.br para que possamos te orientar quais os caminhos você tem mais afinidade para seguir para manter sua saúde íntegra e consistente.

Cuide-se! Afinal, quem mais faria isso por você nessa vida, nesse corpo e nessa mente?

🙂

Que suas palavras não sejam apenas ruídos – Mestre Kino Kazuyoshi

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Imersos em dramas, cansaço, stress, ansiedade, motivações, desmotivações, propósitos, será que conseguimos tempo e energia para ponderar nossas palavras?

No livro “Para uma pessoa bonita” da Mestre Zen Budista Shundo Aoyama Rôshi, há uma reflexão interessante sobre como utilizamos as palavras e como hoje damos ou não importância para como as proferimos:

“É significativo que antigamente se usasse o termo “kotodama”, que literalmente significa “o espírito das palavras”, para mostrar que as pessoas acreditavam que aquilo que era dito se tornava realidade. Devemos ter cuidado com as palavras, pois, como as fisionomias, elas revelam a personalidade de quem as usa. No entanto, palavras bajuladoras soam insinceras, falsas, feias. Palavras bonitas são palavras corretas, oportunas, cheias de amor. São as palavras que surgem naturalmente de pessoas realmente bonitas.”- Mestre Zen Budista Shundo Aoyama Rôshi em  Para uma pessoa bonita  

Há tanta energia, intenção e emoção por trás das palavras… Se assumíssemos mais a responsabilidade sobre tudo isso ao utilizarmos as palavras, quem sabe conseguiríamos por meio delas entender nós mesmos (nossa energia, intenção e emoção), e quiçá, por bem nos posicionarmos de forma justa e honesta, e talvez assim também entender a energia do outro, suas intenções e emoções. Pra que? Para comunicarmos melhor conosco mesmos e com os outros. E isso não é harmonia? Não traz paz e plenitude?

“Antes de falar, Buda sempre prestava atenção a três coisas. Primeiro, verificava se aquilo que estava por dizer correspondia realmente à verdade. Em seguida, considerava se suas palavras seriam mesmo benéficas para o ouvinte. Depois de considerar esses dois pontos, em seguida escolhia o local e a hora mais adequados para abordar o assunto. Em alguns casos, ainda que se tenha que dizer a verdade, é melhor calar. E se devemos realmente falar, muitas vezes provocamos consequências negativas apenas porque o lugar e a hora não foram escolhidos corretamente. Buda era tão atento a esses princípios a ponto de os aplicar mesmo para pronunciar uma única palavra. As palavras mais belas surgem naturalmente de uma vida pura e cheia de amor, como a de Buda Shakyamuni, e sua elegância está em preocupar-se realmente com o bem-estar do próximo.”- Mestre Zen Budista Shundo Aoyama Rôshi em  Para uma pessoa bonita  

As palavras têm um poder imenso. Será que utilizamos elas ao nosso favor? Ainda, ao favor de nosso dark side ou do bright side?

Tenham um bom dia!

🙂

 

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Imagine esse cenário: 8 horas no mínimo de trabalho em frente ao computador, levantando-se apenas para tomar um café ou ir ao banheiro. Aquela postura de guerra  com os braços armados, os olhos concentrados no horizonte da tela, a mente à mil, a respiração curta e ansiosa, a postura curvada para proteger-se (do que?), a tensão emocional, o stress, as pressões, os prazos, os egos, tudo junto e misturado. Todos os dias.

E todos os dias de trabalho acontece isso. Dia após dia o corpo vai sofrendo esses estímulos sem relaxar.Começam a aparecer dores, no quadril, na lombar, nas costas em geral, pescoço, dor de cabeça, dor de estômago, sensação de desconforto e angústia no coração, sensação de falta de algo, exaustão, necessidade de sentir-se vivo, irritabilidade, necessidade de plenitude.

Conhece alguém que possa estar passando por isso? Ou, reconhece-se nesse cenário?

Se percebêssemos como o nosso corpo é sagrado, como deveríamos cuidar dele melhor para nosso próprio benefício, que corpo e mente não estão dissociados, que a saúde é um conjunto de pequenas ações que fazemos todos os dias conosco mesmos, estaríamos um pouco mais perto de um coração pleno e harmonioso.

Agora vem aquele grande peso de culpa e arrependimento? Ok, isso é normal. Mas ficamos parados aí ou partimos para o próximo passo?

🙂

2017: Busque a luz! Celebração de ciclos novos

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A vida é um sopro. Antes de Oscar Niemeyer eternizar essa frase, Buda Shakyamuni já nos ensinava que a vida de um homem dura de um sopro à outro. Quando não inspiramos mais, morremos. Nossos ciclos iniciam-se a cada respiração. Não é emocionante? 🙂

E com muita alegria e gratidão, recebo a vida que me vem todos os dias, presenteando-me com pessoas especiais, situações maravilhosas, situações difíceis, percalços, leveza, e toda a riqueza que podemos identificar quando estamos com a mente e o coração abertos e atentos.

Pois a cada acontecimento, surge uma oportunidade de eu resgatar meu livre arbítrio, de resgatar meu poder sobre as minhas decisões e sobre o rumo que toma a minha vida. Surge a oportunidade de eu aplicar os ensinamentos de pessoas mais sábias, de errar, de me acolher e de aprender.

Assim, a cada respiração, a cada ciclo, tenho a oportunidade de conhecer à mim mesma e a mesma humanidade em cada pessoa que encontro.

Obrigada pela afinidade que cultivamos nesse ciclo que passou, e que 2017 seja um ano repleto de bons inícios, bons meios, bons fins e recomeços. E que possamos estar mais perto da luz 🙂

Shantideva em Way of the Bodhisattva (O Caminho do Bodhisattva)

May I become at all times, both now and forever: a protector for those without protection; a guide for those who have lost their way; a ship for those with oceans to cross; a bridge for those with rivers to cross; a sanctuary for those in danger; a lamp for those without light; a place of refuge for those who lack shelter; and a servant to all in need.

Natureza e Pertencimento

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Quando estamos rodeados de concreto, de obras magníficas que o homem foi (e sempre será) capaz de fazer, das conquistas da racionalidade, decerto nos encantamos. Contudo, quando ficamos muito tempo imersos nesse contexto, esquecemos um pouco da nossa conexão tão visceral e necessária com a natureza.

E a natureza nos lembra de onde viemos, como a vida acontece, como podemos ser acolhidos, como podemos relembrar e sentir o que é pertencer a algo. A vida e a morte, a impermanência, o papel de cada um, ciclos e a incrível e acalentada sensação de que fazemos parte do todo e o todo faz parte de nós.

Por isso, aos meus pacientes super urbanos, indico que de tempos em tempos, visitem a natureza, seja a praia, o campo, o cultivo em casa, não importa. O que importa é que nos relembremos o quanto há de grandioso e pequeno em tudo que vivemos, com todos que nos relacionamos e principalmente, que com nossas limitações e potenciais, ainda pertencemos a algo maior que nós e a quem devemos humildade e respeito, pois a Natureza e o Universo são abundantes e generosos conosco.

É simples assim. Se você estiver aberto, humilde e encarar a natureza com respeito, você tenderá a ver como ela, e a entender com ela. Ela te apresentará o caminho do que é natural para qualquer escolha vinda do coração e da mente, mas só você escolhe se realmente deseja trilhar.

🙂

E se ensinássemos as crianças a meditar e a lidar com as emoções?

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E se eu disser que tudo na sua vida é uma mera desculpa para você aprender mais sobre você? Seu trabalho, seus relacionamentos, suas criações, sua família, as pessoas que você escolhe estar na sua vida, a refeição que você come, tudo o que você negligencia, tudo o que você odeia, e também o que você ama? Tudo isso está apenas te sinalizando sobre o que realmente existe em você mesm@.

Em algum momento nos preocupamos em ensinar as crianças valores e princípios que achamos valiosos para formar um novo indivíduo (ok, nem todos, nem sempre). Mas será que se ensinássemos as crianças a meditar, a tentar identificar suas emoções e a lidar com elas, não teríamos adultos mais conscientes de si próprios, e talvez mais realizadores de seus potenciais?

Será que não haveria uma sociedade que valorizasse as relações humanas muito mais do que resultados financeiros e status? Que seria mais natural e fluído identificarmos a humanidade que existe em cada um de nós, e por isso seria também mais fácil amar a si mesmo e aos outros, sem que o medo (nos vários níveis do medo: do desconhecido, de não ser suficente, da escassez, da falta de capacidade, e etc) fosse o dominador das relações humanas?

Não que a meditação seja a única ferramenta, mas ela é valiosa. Ela proporciona ao indivíduo alcançar a sua sabedoria e sua maturidade, enxergar o que está acontecendo e com o suporte certo, mostrar à ele sobre sua própria capacidade de resolver problemas, de crescer por causa deles, e transformar as situações em prol de seu crescimento evolutivo e consequentemente, dos demais envolvidos.

Lidar com as nossas próprias emoções, nossos porões mentais exige coragem. Vamos ser corajosos, juntos? E para as próximas gerações? É possível …

🙂

Processos de purificação

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Tudo que entra pelos nossos sentidos, faz seu papel em nosso corpo, mente e alma, e deveria sair. Assim como a comida e as bebidas que ingerimos. Se não eliminamos, rapidamente nosso organismo reage para que se cheguemos à homeostase, que por meio de alguns processos de auto-regulação, avisa-nos do perigo que é guardar em nós, coisas que deveremos eliminar.

Quando comemos algo que não nos faz bem, quando bebemos algo que afeta nosso Fígado, quando vemos algo que nos fere o coração, ouvimos palavras que não digerimos bem, sentimos emoções que não nos deixa mais alinhados com a luz, mas com as nossas sombras. Tudo isso faz parte do ciclo da vida, de aprendizagem, e deveria ser algo para construirmos um degrau e não ser uma pedra paralisante em nosso caminho.

Porém não nascemos sabendo como lidar, como purificar certos fatores, e como fazer a alquimia de transformar o que nos machuca, em algo belo. Precisamos de professores, de técnicas, de ensinamentos, de uma vontade própria e disciplina para podermos reconhecer quais são os nossos processos dolorosos, como os purificamos e como conseguimos nos alertar para a nossa infinita capacidade de realização sobre nosso próprio corpo, mente e espírito.

Você já parou para pensar sobre isso? Como purificar o ódio, a ganância, a mesquinhez, a ignorância, a intolerância ? Os meios são infinitos, mas a resposta sempre será, com amor.

E não o amor em sua forma mais vulgar, mas a sua forma mais refinada, quando em suas ações e pensamentos baseiam-se na alegria, compaixão, equanimidade e amor.

Ao reconhecermos qual é a melhor forma de nos purificarmos (seja tomando um banho, ouvindo uma música, pensando sobre a vida, conversando com alguém, trocando sentimentos, comendo uma comfort food, doando, andando, apreciando algo, rindo, …), teremos a confiança sobre a nossa própria capacidade de conseguir lidar com qualquer coisa que está por vir. Apreciaremos, agradeceremos e seguiremos em frente. Assim, o fluxo de energia sempre continuará criativo e em movimento, essa auto-regulação fará a nossa vida mais significativa e plena.

Simples e complexo, por que não?

🙂

 

 

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Organizar o corpo e mente no Espaço Kawa

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A proposta do Espaço Kawa é auxiliar as pessoas a se organizar. A massoterapia auxilia na organização do corpo; a acupuntura, na organização do corpo e mente/energético; a meditação e os cursos de filosofia ajudam a organizar o corpo, mente e o próprio caminho espiritual.

Quando nos tornarmos saudáveis nosso corpo funciona de forma harmônica, temos consciência e confiança sobre como nossa mente funciona e como lidamos com ela. Ou seja, mesmo no caos, conseguimos nos organizar, alinhamos nossas ações com o que pensamos e acreditamos. E isso nos dá paz e serenidade.

No nosso corpo e mente sempre há processos de desequilíbrios e equilíbrios. O equilíbrio estático é morte. Pense numa poça de água parada. O equilíbrio dinâmico é movimento, é vida, é encontrar uma nova alternativa ao modus operandi. No entanto, diante de um mundo fugaz, demandante, cheio de estímulos, e por falta de uma deficiência no relacionamento conosco mesm@s, muitas vezes negligenciamos nossa organização interna e acabamos doentes fisica e psicologicamente.

Por que dói aqui? Por que aqui está tenso? Por que me comporto dessa forma quando há esse tipo de gatilho? Como ver meus pontos cegos? Eu sei me relacionar comigo mesm@? E com o ambiente ao meu redor? Eu sei enxergar minhas limitações? E ainda, eu sei torná-las ferramentas para trabalharem ao meu favor e não contra mim? Eu sei me amar? Eu sei quais motivações estão por trás de cada emoção minha? Eu sei como me melhorar? Eu sei separar quais as minhas próprias crenças e quais as crenças externas que internalizei? Eu confio em mim? Eu confio na minha habilidade de lidar com as situação fáceis e difíceis? Eu realmente sei o que é carpe diem, aproveitar o momento?

O Espaço Kawa oferece ferramentas para que saibamos quais perguntas efetivamente perguntar e assim, como auxiliar nessa organização pessoal, para que cada pessoa aprenda ferramentas que explorem seus próprios potenciais e trabalhem suas próprias limitações de maneira empoderada e construtiva. Isso é saúde!

🙂